Leia nosso Conto Erótico #1

 


Louco pra foder ela


                Cheguei da escola agora. Meus pais viajaram, e combinei com minha colega de transar aqui em casa. Fui arrumar minha cama, porque vamos transar o dia todo. A campainha toca. É ela. Aparece com aquele cabelo grande, tocando na bunda enorme.

                – Oi – disse ela.

                – Oi – Respondi.

                Ela entra na minha casa, e me pede um copo d’água. Vou até a cozinha e colocou um pouco de água no copo e entrego a ela. Ela bebe com aquele olhar de safada pra mim. Decidi chamar ela para o quarto pra eu poder arrombar a buceta dela.

                Quando ela chega comigo no meu quarto, ela vai logo tirando a roupa. Em questão de segundos, ela já estava pelada. Com a buceta amostra. Caralho! Muito gostosa essa buceta! To louco pra colocar minha piroca nela. Também tirei minha roupa. Logo estava pelado também. Com minha jeba de 21 centímetros ereta. Ela olha com a cara de assustada. Ela disse que minha piroca era grande e grossa.

                – Cai de boca nessa rola! Chupa tudo!

                Ela se ajoelhou e colocou minha piroca na boca dela. Puta que pariu! Que delícia mano! Ela era profissional! Chupava minha rola com tanta vontade que quase gozei! Pedi pra se deitar, ficando com minha rola pra cima, e ela deitada de ladinho enquanto fazia o boquete. Me estiquei um pouco e enfiei o dedo na buceta dela. Bem molhadinha. Fiquei brincando um pouco com a xoxota dela por uns cinco minutos. Depois, pedi pra chupar ela, e ficamos na posição de 69. Ela chupando minha rola e eu chupando a buceta dela. Só por curiosidade, a buceta dela estava depilada, sem nenhum pelo. Melhor ainda. enfiei minha língua dentro da xoxota dela. Eu escutava ela gemer de prazer. Espera só quando eu meter minha rola! Percebi que a cortina estava mostrando a gente transando. Mas não tem problema, até porque não tem ninguém que possa nos flagrar. Moro em prédio e o que se vê na janela é só a cidade. podia foder a vontade. Ficamos na posição 69 por alguns minutos, e quando ela tirou aquela buceta gostosa da minha cara, perguntou se eu tinha camisinha. Fui até na gaveta e peguei algumas. Gosto de morango. Quando estava colocando a camisinha na minha piroca, ela olhava pra mim mordendo os lábios. Perguntei o que foi:

                – Ver você pelado! É um tesão. Ainda mais com essa rola gigantesca. To louca pra dar minha buceta pra você!

                Fiquei mais excitado ainda. Coloquei a camisinha por completo na minha rola, e pedi pra ela chupar pra sentir o gosto do morango. Filha da puta safada. Ela chupava meu pau com aquele olhos safados. Ela continuou a chupar por uns dois minutos, quando ela ficou de quatro pra mim. Meus pés estavam no chão e ela de quatro pra mim na cama. Ela abriu bem as pernas. Tava louca por rola... Coloquei um pouco de cuspe na rola com a camisinha pra entrar melhor.

                Quando minha rola entrava na xota da minha colega, foi tão gostoso que achei que ia gozar. Ela virou o rosto pra trás, olhando pra mim e me dizia:

                – Me arromba! Arromba minha buceta!

                O pedido dela era um ordem. Meu pau começou a fazer a fricção na buceta dela, ou seja, indo e voltando. Como meu quarto ficava no meio do apartamento, e a janela estava fechada, mandei ela gemer.

                – Geme vai! Geme mais vai!

                – Me dá pica! Me dá rola! Mete com força essa piroca! Vai porra!

                Eu estava sentindo tanto prazer. Minha rola ia e voltava, dentro da buceta da minha colega. Ela pedia pra não parar. E eu não ia parar mesmo. Tava tão bom, que mexia meus quadris pra frente e pra trás, metendo minha piroca na xota dela. Daí, ela geme mais alto.

                – Ai! Ai! Vai filho da puta! Destrói minha buceta. AAAAIIII!!!

                Ela podia gemer a vontade que ninguém ia ouvir. Aproveitei e gemi também. Xingava ela de todo palavrão que lembrava.

                – Não era isso que você queria sua vagabunda? Toma rola! Toma na buceta sua puta!

                – Me xinga de puta, vai! – disse ela.

                Em seguida, comecei a bater meus quadris com  mais força na bunda dela que até fazia um som alto. Parecia batida de palmas, mas era só meu quadril batendo na bunda da minha colega.

                –Ai que piroca grande!

                – Tá gostoso vadia?

                – Tá demais! Mete! METE!

                Ficamos assim mais alguns segundos e pedi pra ela se deitar com o rosto pra cima. Já eu, continuei em pé! Meu pau ainda estava duro, e enfiei logo na buceta da minha colega. Agora dava pra ver bem direitinho meu pau entrando na xota dela. Ela estava com a pernas todas abertas, e me pedia mais rola. A buceta dela já tava vermelha. Meu pau é muito grande, e ainda mais, é grosso. É tão lindo, ver minha rola entrar na xoxota dela. Comecei a massagear o clitóris dela, como se fosse um DJ. Mano... Ela entrou em estado de frenesi. Os gemidos  dela ficaram cada vez mais altos. Fiquei assim, mais alguns segundos, e depois pedi pra eu me deitar. Me joguei na cama, só que com o pau ainda duro. Quis comer ela de ladinho. Fiquei deitado de lado, e puxei minha colega pra se deitar de lado também, só que a parte da bunda perto da minha rola. Posição perfeita! Coloquei meu pau na xoxota dela e comecei a comer ela de ladinho. Aqueles sons que parecem ser de batida de palma ainda estavam altos. Eu segurei na cintura dela, e fiquei mexendo pra que meu pau possa ir e voltar na buceta dela. Peguei na perna dela, e levantei, fazendo com que sua buceta fique mais aberta.

                – Mete! Ai caralho! Que rola grande e grossa! Puta que pariu!

                – Não é isso que você queria? Sua puta! Vagabunda! Toma minha rola na sua buceta!

                – AAAAI! METE SAFADO!

                – Porra! Que delícia!

                – Teu pau é perfeito! Mete com força! Arromba minha buceta!

                – Ai caralho! Que buceta gostosa!!

                – Mete essa rola na minha buceta filho da puta! Vai, mete!

                – Toma rola!!

                Eu pegava nos peitos dela, pra segurar nela, e poder enfiar com mais força minha rola na xoxota dela. A perna dela á estava abaixada. Parecia ser bem apertadinha, ela. Mas estava gostoso demais! A buceta dela é a mais gostosa que já comi.

                – Ai, como tá gostoso! – disse ela.

                Daí, tive uma ideia. Pedi pra ela ficar deitada com o rosto para baixo, e eu em cima, metendo a rola na bunda dela. Ela se vira e fica com a bunda empinada pra mim. Boto um pouco de saliva na mão, e passo na piroca, e enfio na buceta da minha colega. Depois, já em cima da garota, mexo os quadris pra cima e pra baixo. Os sons do meu quadril batendo na bunda dela estavam mais altos. Parecia que alguém estava de fato batendo palmas. Os gemidos da minha colega também estavam mais altos.

                – Ahhhh! Vai! Me dá sua rola pra mim!

                – Vou gozar!

                – Agora não! Só mais um pouquinho!. Isso!

                A rola ia e voltava, socando bem na xota dela. Ela deitada com o busto pra baixo e a bunda pra cima, e eu em cima dela, metendo com força minha piroca na buceta dela. Ela coloca a mão na minha bunda, puxando para baixo, fazendo com que minha rola entre mais na xoxota dela. Eu estava com tanto tesão, que quase tava gozando. Sabe... ela é muito gostosa.

                Ainda não tinha beijado na boca dela. Só chupei a buceta e metei a piroca, mas beijar, ainda não. Pedi pra ela virar e ficar com o rosto pra cima. Quando ela fez isso, pedi um beijo na boca. Ela se agarrou no meu pescoço, e me meteu a língua na minha boca. Ela estava maluca. Já transei com outras garotas, mas essa é a que tinha mais fogo. Até ai tudo bem... pois quando eu meti a rola na buceta dela, quase me deu vontade de gozar. Eu estava de cara a cara com ela, e isso me ajudou a beijá-la várias vezes. Os sons que meu quadril fazia ao bater no dela me dava mais tesão. Coloquei meus braços por detrás dos ombros delas, assim fazendo ela subir e descer – mesmo deitada –, pra fazer minha rola ir e voltar dentro da xoxota dela. Ela gemia, gritava, me chamava de safado, batia nas minhas costas, me arranhava com aquelas unhas enormes, e puxava minha bunda, pra fazer minha piroca entrar toda na buceta.

                Já to quase gozando. Pra encerrar nossa foda, pedi pra ela ir pra janela, e empinar a bunda pra mim. E lá íamos nos, pelados e com tesão. Ela louca pra levar mais rola, e eu, com minha piroca enorme armada. Ela chega na janela, e coloca os braços no vidro, e empina a bunda pra mim e me ajeito na posição de meter a rola. Em dois segundos, minha piroca já estava dentro da buceta da minha colega de classe. E lá se fazia aqueles sons de novo: meu quadril batendo na bunda dela.

                – Isso! Mais rápido vai! Ai que piroca maravilhosa. É a maior que já vi!

                – E essa buceta é a mais gostosa que já fudi!

                Rola ia e voltava várias vezes. A buceta dela já estava vermelha de tanto minha piroca estar dentro dela. Logo, quis gozar. Tava ficando cansado, e estava precisando gozar.

                – Eu vou gozar!

                – Goza na minha boca!

                Ao ouvir aquelas palavras, me deu tanto tesão, que quase ia gozar ali mesmo, dentro da camisinha. Mas me segurei. Afinal, a mina queria que gozasse na boca dela. A gente ficou ainda uns três minutos naquela posição. ela com a bunda empinada pra mim, e eu metendo a piroca. Caralho! Estava muito bom! Já tava pensando na nossa próxima foda.

                Minha piroca também já estava se cansando, e já estava pedindo arrego. Eu precisava atingir o ponto G. faltava pouco pra gozar. Eu me inclinei pra pegar nos peitos dela. Ah, os peitos dela são enormes. Eu fazia uma pinça na ponta do seio dela, fazendo ela gemer alto demais. Parecia que aquilo dava mais tesão nela. Depois, segurei no quadril dela, logo na altura da bunda, pra me ajudar no movimento do ir e voltar da minha rola. Dei um tapa tão grande na bunda dela, que chega ficou a marca vermelha de mão. Bati uma dez vezes, até me dar a vontade de gozar. Rapidamente, retirei a rola da buceta dela, e logo tirei a camisinha. Ela se ajoelha no chão, e coloca a língua pra fora, esperando a porra sair da minha piroca. Agora, eu precisava me masturbar pro leitinho sair. Com uma mão na rola, usei a outra pra colocar na nuca dela, e se aproximar da minha piroca. Quase lá! O leite estava saindo. Comecei a bater punheta mais rápido. Gemia e dizia que estava uma delícia. Xingava minha colega de vadia e chamava de safada. E então, eu estava gozando! Todo leitinho caia dentro da boca da garota, mas ela não bebia, pois só queria sentir o gosto da minha porra. Mas puta que pariu! Era porra demais! Parecia que não acabava mais! Estava me sentindo uma vaca, de tanto dar leite pra minha colega de classe. A mina cuspia minha porra na mão e passava na cara e em todo corpo. Ela lambia os dedos como se tivesse acabado de comer algo gostoso.

                – Você é demais – disse eu à ela.

                – Você também. Amei sua piroca!

                – E eu amei sua buceta. Quero foder você de novo.

                – A gente marca.

                Logo depois, a gente foi tomar um banho juntos.